A ORAÇÃO COMO SINÔNIMO DE DEPENDÊNCIA
Texto: Mt.8:1-3
Levar a sério a situação ocorrida neste episódio, é colocar-se de encontro a uma série de perspectivas referentes a oração que infelizmente são ensinadas no seio da igreja evangélica em nossos dias. Doutrinas como a confissão positiva; o triunfalismo – somos filhos do Rei; o decretar, o exigir, o ordenar, não encontram aqui nenhuma base sólida para subsistir.
O que nós vemos nos exemplos bíblicos de oração e um caminho totalmente oposto aos apresentados nestes ensinos. E a atitude deste moribundo nos faz novamente pensar na forma correta de nos aproximarmos do Senhor para recebermos sua benção.
QUE EXEMPLOS PODEREMOS TIRAR DESTA PASSAGEM QUE PODEM NOS EDIFICAR EM NOSSA VIDA DE ORAÇÃO?
Quem quer ser abençoado tem de vir até Jesus. (v.2) (leproso tinha de gritar: sou imundo)
É preciso reconhecer em Cristo e sua divindade. (v.2) “... e o adorou, dizendo: Senhor ...”
2962 kurioj kurios koo'-ree-os
from kuros (supremacy); TDNT - 3:1039,486; n m
AV - Lord 667, lord 54, master 11, sir 6, Sir 6, misc 4; 748
1) he to whom a person or thing belongs, about which he has power of deciding; master, lord
1a) the possessor and disposer of a thing
1a1) the owner; one who has control of the person, the master
1a2) in the state: the sovereign, prince, chief, the Roman emperor
1b) is a title of honour expressive of respect and reverence, with which servants greet their master
1c) this title is given to: God, the Messiah
Reconhecer que Cristo nos abençoa quando Ele quer. (v.2) “... se quiseres ...”
Pensando nessas coisas:
Orar e não receber não significa falta de fé;
Orar e demorar a receber não é sinal de insignificância espiritual;Orar e receber não é sinal de poderio cristão: Um super crente.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DA FÉ
A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DA FÉ
Texto: Hb.11:1
Conhecermos sobre fé em nossos dias, torna-se um ato de importância impar, visto que, muitas doutrinas erradas tem sido ensinadas em nome da fé. Conhecer a respeito deste assunto nos isentará de acreditar e de cometer alguns erros, como por exemplo:
· Confundir fé com sentimentalismo;
· Confundir fé com crença;
· Confundir fé com credulidade;
· Confundir fé com força;
· Confundir fé com substância;
· Confundir fé como a força que obriga Deus a fazer tudo que nós queremos;
· Confundir fé como a convicção que Deus nos deu para que pudéssemos criar nosso próprio sistema de doutrinas.
Por incrível que pareça, é justamente este texto que geralmente é utilizado para ensinar estas coisas, porém, dele podemos tirar algumas verdades que nos capacitam a discernir e identificar os erros acima listados.
QUAIS AS VERDADES CONTIDAS NESTE TEXTO QUE NOS HABILITAM A AFIRMAR OS ERROS DAS EXPRESSÕES LISTADAS ACIMA:
1. A FÉ NÃO É O FIRME FUNDAMENTO DAS COISAS QUE EU ESPERO. (V.1)
2. A EXPRESSÃO "SE" DETERMINA QUE, O QUE EU ESPERO É ALGO QUE JÁ FOI PRÉ-DETERMINADO. (V.1)
3. NESTE CASO, A "FÉ" SE TORNA "FIRME FUNDAMENTO" E "PROVA" PORQUE O QUE ELA LEVA EM CONSIDERAÇÃO NÃO SÃO AS PERSPECTIVAS OU DESEJOS HUMANOS, MAS AS PROMESSAS DE DEUS. (10::37)
4. FÉ VERDADEIRA ALÉM DE NOS MANTER CONFIANTES QUANTO ÀS PROMESSAS DE Deus, nos impulsiona a viver uma vida que esteja de acordo com a sua vontade. (v.2)
Que Deus nos livre do erro doutrinário, pois, não existe caminho que mais tenha levado gente a perdição do que o caminho da falsa doutrina evangélica.
Texto: Hb.11:1
Conhecermos sobre fé em nossos dias, torna-se um ato de importância impar, visto que, muitas doutrinas erradas tem sido ensinadas em nome da fé. Conhecer a respeito deste assunto nos isentará de acreditar e de cometer alguns erros, como por exemplo:
· Confundir fé com sentimentalismo;
· Confundir fé com crença;
· Confundir fé com credulidade;
· Confundir fé com força;
· Confundir fé com substância;
· Confundir fé como a força que obriga Deus a fazer tudo que nós queremos;
· Confundir fé como a convicção que Deus nos deu para que pudéssemos criar nosso próprio sistema de doutrinas.
Por incrível que pareça, é justamente este texto que geralmente é utilizado para ensinar estas coisas, porém, dele podemos tirar algumas verdades que nos capacitam a discernir e identificar os erros acima listados.
QUAIS AS VERDADES CONTIDAS NESTE TEXTO QUE NOS HABILITAM A AFIRMAR OS ERROS DAS EXPRESSÕES LISTADAS ACIMA:
1. A FÉ NÃO É O FIRME FUNDAMENTO DAS COISAS QUE EU ESPERO. (V.1)
2. A EXPRESSÃO "SE" DETERMINA QUE, O QUE EU ESPERO É ALGO QUE JÁ FOI PRÉ-DETERMINADO. (V.1)
3. NESTE CASO, A "FÉ" SE TORNA "FIRME FUNDAMENTO" E "PROVA" PORQUE O QUE ELA LEVA EM CONSIDERAÇÃO NÃO SÃO AS PERSPECTIVAS OU DESEJOS HUMANOS, MAS AS PROMESSAS DE DEUS. (10::37)
4. FÉ VERDADEIRA ALÉM DE NOS MANTER CONFIANTES QUANTO ÀS PROMESSAS DE Deus, nos impulsiona a viver uma vida que esteja de acordo com a sua vontade. (v.2)
Que Deus nos livre do erro doutrinário, pois, não existe caminho que mais tenha levado gente a perdição do que o caminho da falsa doutrina evangélica.
A Graça e a Oração
A GRAÇA E A ORAÇÃO
Texto: Rom. 1:8-10
Quatro aspectos da oração:
A sua Mediação. 9 ... mediante Jesus Cristo...)
“... mediante Jesus Cristo...” (V.8)
MEDIANTE: me.di.an.te
adj. m. e f. Que medeia. Prep. Por meio de, com auxílio de, por intervenção de.
MEDIAÇÃO: me.dia.ção
s. f. 1. Ato ou efeito de mediar. 2. Intercessão. 4.
6. Rel. Catól. Interferência de Maria e dos santos junto a Deus e a Cristo, em favor dos homens.
MEDIADOR: me.dia.dor
(ô), adj. e s. m. 1. Que, ou o que intervém; medianeiro. 2. Árbitro. 3. Intercessor.
A nossa oração sempre deve ser feita tendo como base da nossa confiança de sua aceitação na OBRA DE CRISTO REALIZADA POR NÓS; e sua resposta positiva tendo por alicerce a SOBERANIA E A GRAÇA DE DEUS!
Paulo não acreditava que Deus daria ouvidos a sua oração só porque ele era o Apóstolo Paulo, mas sim, porque a liberdade de poder orar a Deus diretamente ele havia conquistado EM CRISTO, e a resposta de sua oração tinha também sua base neste aspecto.
Paulo já demonstrou que o Verbo eterno sempre foi e sempre será o mediador de todos os privilégios e graças do cristianismo, até mesmo no caso de expressões de ações de graças.
Jesus é a base de nossa aceitação por parte de Deus Pai. (ver Ef. 1:5,6) Ele é o mediador de todos quantos se achegam a Deus. (Ef. 2:18)
Quando vamos orar, em que nós confiamos para acreditar que Deus vai nos responder?
· Em nosso bom comportamento?
· Em nosso pagamento antecipado da benção com Jejuns, dízimos e ofertas e penitencias (votos)?
· Por causa da confiança que temos no poder da oração de irmã Mariquinha; ou do Pastor; ou de um ungidão que conhecemos?
NÃO, NÃO, NÃO! NOSSA CONFIANÇA DEVE ESTAR SEMPRE E COMPLETAMENTE EM CRISTO!
Mas, porque esse radicalismo? Porque Paulo ao orar pelos irmãos da igreja de Roma ele deixa isso bem claro, ou seja:
IRMÃOS, QUANDO EU ORAR POR VOCÊS E DEUS RESPONDER MINHA ORAÇÃO, NÃO ACHEM QUE É PORQUE EU SOU MELHOR QUE VOCÊS; OU TENHA MAIS FÉ; OU SEJA MAIS PRIVILEGIADO; OU TENHA MAIS PODER; OU SEJA MAIS BONITO OU MAIS SANTO: NÃO É POR NADA DISSO!
Mas é unicamente porque Jesus Cristo abriu as portas da presença de Deus pra mim ( cf. Rom 5:1-2) e me fez aceitável diante dele, e o Espírito Santo me ajudou a acertar na vontade de Deus para minha vida e para a vida de vocês naquele determinado momento.
POR ISSO IRMÃOS PEÇO-VOS ENCARECIDAMENTE QUE NÃO ME ATRIBUAM NENHUM MÉRITO ESPECIAL POR DEUS ME HAVER RESPONDIDO, POIS, A GLÓRIA FOI, É, E SEMPRE SERÁ DE DEUS!
A Sua Abrangência. ( ...incessantemente... por vós todos.)
“... por todos vós...”
Outra coisa maravilhosa é a preocupação do apóstolo com a saúde espiritual dos irmãos visto que ele sempre os tinha na lembrança sempre em suas orações como também o desejo de vê-los, visto que Paulo ainda não havia ido a Roma.
Quando praticamos a Oração, por quem ou pelo que nós oramos?
Infelizmente na maior parte do tempo, nossos momentos de oração limitam-se exclusivamente a satisfação de nossos desejos ou necessidades. Mas podemos observar que o apóstolo Paulo quando orava, suas petições transcendiam a esfera de suas necessidades pessoas, seu clamor ia muito mais além.
Segundo, Paulo conseguia ver coisas boas em meio a imperfeição da igreja ao ponto de dar graças a Deus pela igreja, pelos irmãos. Sete Epístolas de Paulo tem início com tais ações de graças; somente a apístola aos Gálatas não tem esta introdução.
Quantas vezes você já gastou momentos de oração agradecendo a Deus pela igreja imperfeita da qual você faz parte?
Quantas vezes você passou um tempo agradecendo a Deus pela vida de cada irmão, inclusive aquele que você as vezes não acha tão irmão assim?
A Igreja de Roma era imperfeita, mas Paulo dava graças a Deus por ela mesmo assim.
Quando dizemos que não sabemos orar muito tempo, não é porque não sabemos orar, mas, porque, na maioria das vezes não sabemos por quem orar além de nós mesmos.
Paulo além de apresentar suas petições a Deus, ele também orava por muitas outras coisas e muitas outras pessoas. Vejamos:
Rom. 1: 9 Pois Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Ef. 1: 16 não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,
1Tim. 2: 1 Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, [orações], intercessões, e ações de graças por todos os homens,
1Tim 2: 2 pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade.
Ef. 6: 18 com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos,
Ef. 6: 19 e por mim, para que me seja dada a palavra, no abrir da minha boca, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho,
Rom. 15: 30 Rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas vossas [orações] por mim a Deus,
A Sua essência. ( ... a quem sirvo ...)
A diligência cuidadosa nesses três aspectos da vida fará com que o progresso na vida do obreiro seja notório a todos.
Vejamos estes três aspectos:
1. Com relação a Deus – O primeiro aspecto do nosso serviço ao Senhor que não devemos ser "vagarosos no cuidado" é com respeito ao nosso relacionamento pessoal com Deus.
Ex.: Lc. 2:37; At. 27:23: II Tm. 1:3 - O termo aqui no original é latreuo (no NT, prestar serviço religioso ou reverência, adorar desempenhar serviços religiosos, ofertar dons, adorar a Deus na observância dos ritos instituídos para sua adoração; dos sacerdotes, oficiar, cumprir o ofício sacro). É um termo ligado ao servo quanto à sua adoração a Deus.
Culto de Latria ? (grego: "latreuo") quer dizer adorar - É o culto reservado a Deus. A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a Divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc
A RESPOSTA: Então, tendo respondido, disse Jesus: retira-te atrás de mim, Satanás. Pois está escrito: prostrar-te-ás ante o Senhor teu Deus e a Ele só servirás (8). Et respondens Iesus dixit illi scriptum est Dominum Deum tuum adorabis et illi soli servies. As citações de Mateus e Lucas são idênticas e não correspondem literalmente ao texto grego dos setenta. Ambos empregam dois verbos proskineou e latreuo, que significam prostrar-se em sinal de admitir a superioridade e oferecer obediência e adorar como Deus. Jesus claramente indica que o diabo não tem lugar em sua vida. Por isso a palavra final é upage, retira-te, vá embora. A resposta de Jesus é uma citação de DT 6, 13: Temerás o Senhor teu Deus e a ele adorarás [latreuseis] e a ele servirás [kolletheseis] e pelo seu nome jurarás. O advérbio mono [só] não pertence ao texto original, mas enfatiza o vínculo com o único Senhor de Israel. Jesus se mostra obediente até a morte como dirá Paulo (Fp 2,8). No simbolismo antes explicado, vemos o povo, representado por Jesus, dando uma resposta de obediência e culto ao único Senhor verdadeiro: teu Deus.
A palavra no grego para serviço é latreuo: oferta, trabalho sem recompensa.- Devemos servir com compromisso profundo do coração.- Não podemos substituir a adoração pelo trabalho.- Quando eu sou um adorador eu vou servir melhor, da maneira certa.- Adoração verdadeira é ter a consciência de que Jesus está presente; é um envolvimento com Ele – sem distrações (ex. Marta e Maria)HB. 3:17-19
O seu principal objetivo. ( ... pela vontade de Deus ...)
A Vontade de Deus deve ser o objetivo maior em minha vida de oração.
Mt. 6: 10 venha o teu reino, seja feita a tua [vontade], assim na terra como no céu;
Mt. 26: 42 Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua [vontade].
Atos 21: 14 E, como não se deixasse persuadir, dissemos: Faça-se a [vontade] do Senhor; e calamo-nos.
Rom. 1: 10 pedindo sempre em minhas orações que, afinal, pela [vontade] de Deus, se me ofereça boa ocasião para ir ter convosco.
Rom. 8: 27 E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a [vontade] de Deus, intercede pelos santos.
Rom. 15: 32 a fim de que, pela [vontade] de Deus, eu chegue até vós com alegria, e possa entre vós recobrar as forças.
1Tess. 5: 18 Em tudo dai graças; porque esta é a [vontade] de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Tg. 4: 13 E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. 14 No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. 15 Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. 16 Mas agora vos jactais das vossas presunções; toda jactância tal como esta é maligna. 17 Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.
1Jo. 5: 14 E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua [vontade], ele nos ouve.
Devemos levar sempre em consideração esses aspectos em nossa vida de oração para não cairmos no erro de nos gloriar nas respostas nem nos ensoberbecer ao pedirmos algo a Deus.
Texto: Rom. 1:8-10
Quatro aspectos da oração:
A sua Mediação. 9 ... mediante Jesus Cristo...)
“... mediante Jesus Cristo...” (V.8)
MEDIANTE: me.di.an.te
adj. m. e f. Que medeia. Prep. Por meio de, com auxílio de, por intervenção de.
MEDIAÇÃO: me.dia.ção
s. f. 1. Ato ou efeito de mediar. 2. Intercessão. 4.
6. Rel. Catól. Interferência de Maria e dos santos junto a Deus e a Cristo, em favor dos homens.
MEDIADOR: me.dia.dor
(ô), adj. e s. m. 1. Que, ou o que intervém; medianeiro. 2. Árbitro. 3. Intercessor.
A nossa oração sempre deve ser feita tendo como base da nossa confiança de sua aceitação na OBRA DE CRISTO REALIZADA POR NÓS; e sua resposta positiva tendo por alicerce a SOBERANIA E A GRAÇA DE DEUS!
Paulo não acreditava que Deus daria ouvidos a sua oração só porque ele era o Apóstolo Paulo, mas sim, porque a liberdade de poder orar a Deus diretamente ele havia conquistado EM CRISTO, e a resposta de sua oração tinha também sua base neste aspecto.
Paulo já demonstrou que o Verbo eterno sempre foi e sempre será o mediador de todos os privilégios e graças do cristianismo, até mesmo no caso de expressões de ações de graças.
Jesus é a base de nossa aceitação por parte de Deus Pai. (ver Ef. 1:5,6) Ele é o mediador de todos quantos se achegam a Deus. (Ef. 2:18)
Quando vamos orar, em que nós confiamos para acreditar que Deus vai nos responder?
· Em nosso bom comportamento?
· Em nosso pagamento antecipado da benção com Jejuns, dízimos e ofertas e penitencias (votos)?
· Por causa da confiança que temos no poder da oração de irmã Mariquinha; ou do Pastor; ou de um ungidão que conhecemos?
NÃO, NÃO, NÃO! NOSSA CONFIANÇA DEVE ESTAR SEMPRE E COMPLETAMENTE EM CRISTO!
Mas, porque esse radicalismo? Porque Paulo ao orar pelos irmãos da igreja de Roma ele deixa isso bem claro, ou seja:
IRMÃOS, QUANDO EU ORAR POR VOCÊS E DEUS RESPONDER MINHA ORAÇÃO, NÃO ACHEM QUE É PORQUE EU SOU MELHOR QUE VOCÊS; OU TENHA MAIS FÉ; OU SEJA MAIS PRIVILEGIADO; OU TENHA MAIS PODER; OU SEJA MAIS BONITO OU MAIS SANTO: NÃO É POR NADA DISSO!
Mas é unicamente porque Jesus Cristo abriu as portas da presença de Deus pra mim ( cf. Rom 5:1-2) e me fez aceitável diante dele, e o Espírito Santo me ajudou a acertar na vontade de Deus para minha vida e para a vida de vocês naquele determinado momento.
POR ISSO IRMÃOS PEÇO-VOS ENCARECIDAMENTE QUE NÃO ME ATRIBUAM NENHUM MÉRITO ESPECIAL POR DEUS ME HAVER RESPONDIDO, POIS, A GLÓRIA FOI, É, E SEMPRE SERÁ DE DEUS!
A Sua Abrangência. ( ...incessantemente... por vós todos.)
“... por todos vós...”
Outra coisa maravilhosa é a preocupação do apóstolo com a saúde espiritual dos irmãos visto que ele sempre os tinha na lembrança sempre em suas orações como também o desejo de vê-los, visto que Paulo ainda não havia ido a Roma.
Quando praticamos a Oração, por quem ou pelo que nós oramos?
Infelizmente na maior parte do tempo, nossos momentos de oração limitam-se exclusivamente a satisfação de nossos desejos ou necessidades. Mas podemos observar que o apóstolo Paulo quando orava, suas petições transcendiam a esfera de suas necessidades pessoas, seu clamor ia muito mais além.
Segundo, Paulo conseguia ver coisas boas em meio a imperfeição da igreja ao ponto de dar graças a Deus pela igreja, pelos irmãos. Sete Epístolas de Paulo tem início com tais ações de graças; somente a apístola aos Gálatas não tem esta introdução.
Quantas vezes você já gastou momentos de oração agradecendo a Deus pela igreja imperfeita da qual você faz parte?
Quantas vezes você passou um tempo agradecendo a Deus pela vida de cada irmão, inclusive aquele que você as vezes não acha tão irmão assim?
A Igreja de Roma era imperfeita, mas Paulo dava graças a Deus por ela mesmo assim.
Quando dizemos que não sabemos orar muito tempo, não é porque não sabemos orar, mas, porque, na maioria das vezes não sabemos por quem orar além de nós mesmos.
Paulo além de apresentar suas petições a Deus, ele também orava por muitas outras coisas e muitas outras pessoas. Vejamos:
Rom. 1: 9 Pois Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Ef. 1: 16 não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,
1Tim. 2: 1 Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, [orações], intercessões, e ações de graças por todos os homens,
1Tim 2: 2 pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade.
Ef. 6: 18 com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos,
Ef. 6: 19 e por mim, para que me seja dada a palavra, no abrir da minha boca, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho,
Rom. 15: 30 Rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas vossas [orações] por mim a Deus,
A Sua essência. ( ... a quem sirvo ...)
A diligência cuidadosa nesses três aspectos da vida fará com que o progresso na vida do obreiro seja notório a todos.
Vejamos estes três aspectos:
1. Com relação a Deus – O primeiro aspecto do nosso serviço ao Senhor que não devemos ser "vagarosos no cuidado" é com respeito ao nosso relacionamento pessoal com Deus.
Ex.: Lc. 2:37; At. 27:23: II Tm. 1:3 - O termo aqui no original é latreuo (no NT, prestar serviço religioso ou reverência, adorar desempenhar serviços religiosos, ofertar dons, adorar a Deus na observância dos ritos instituídos para sua adoração; dos sacerdotes, oficiar, cumprir o ofício sacro). É um termo ligado ao servo quanto à sua adoração a Deus.
Culto de Latria ? (grego: "latreuo") quer dizer adorar - É o culto reservado a Deus. A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a Divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc
A RESPOSTA: Então, tendo respondido, disse Jesus: retira-te atrás de mim, Satanás. Pois está escrito: prostrar-te-ás ante o Senhor teu Deus e a Ele só servirás (8). Et respondens Iesus dixit illi scriptum est Dominum Deum tuum adorabis et illi soli servies. As citações de Mateus e Lucas são idênticas e não correspondem literalmente ao texto grego dos setenta. Ambos empregam dois verbos proskineou e latreuo, que significam prostrar-se em sinal de admitir a superioridade e oferecer obediência e adorar como Deus. Jesus claramente indica que o diabo não tem lugar em sua vida. Por isso a palavra final é upage, retira-te, vá embora. A resposta de Jesus é uma citação de DT 6, 13: Temerás o Senhor teu Deus e a ele adorarás [latreuseis] e a ele servirás [kolletheseis] e pelo seu nome jurarás. O advérbio mono [só] não pertence ao texto original, mas enfatiza o vínculo com o único Senhor de Israel. Jesus se mostra obediente até a morte como dirá Paulo (Fp 2,8). No simbolismo antes explicado, vemos o povo, representado por Jesus, dando uma resposta de obediência e culto ao único Senhor verdadeiro: teu Deus.
A palavra no grego para serviço é latreuo: oferta, trabalho sem recompensa.- Devemos servir com compromisso profundo do coração.- Não podemos substituir a adoração pelo trabalho.- Quando eu sou um adorador eu vou servir melhor, da maneira certa.- Adoração verdadeira é ter a consciência de que Jesus está presente; é um envolvimento com Ele – sem distrações (ex. Marta e Maria)HB. 3:17-19
O seu principal objetivo. ( ... pela vontade de Deus ...)
A Vontade de Deus deve ser o objetivo maior em minha vida de oração.
Mt. 6: 10 venha o teu reino, seja feita a tua [vontade], assim na terra como no céu;
Mt. 26: 42 Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua [vontade].
Atos 21: 14 E, como não se deixasse persuadir, dissemos: Faça-se a [vontade] do Senhor; e calamo-nos.
Rom. 1: 10 pedindo sempre em minhas orações que, afinal, pela [vontade] de Deus, se me ofereça boa ocasião para ir ter convosco.
Rom. 8: 27 E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a [vontade] de Deus, intercede pelos santos.
Rom. 15: 32 a fim de que, pela [vontade] de Deus, eu chegue até vós com alegria, e possa entre vós recobrar as forças.
1Tess. 5: 18 Em tudo dai graças; porque esta é a [vontade] de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Tg. 4: 13 E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. 14 No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. 15 Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. 16 Mas agora vos jactais das vossas presunções; toda jactância tal como esta é maligna. 17 Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.
1Jo. 5: 14 E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua [vontade], ele nos ouve.
Devemos levar sempre em consideração esses aspectos em nossa vida de oração para não cairmos no erro de nos gloriar nas respostas nem nos ensoberbecer ao pedirmos algo a Deus.
sábado, 25 de agosto de 2007
“A ENTREGA DOS DÍZIMOS E OFERTAS E A MENTALIDADE DE CAIM”
“A ENTREGA DOS DÍZIMOS E OFERTAS E A MENTALIDADE DE CAIM”
Gen.4:3-4 - 3 Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor.
4 Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta,
5 mas para Caim e para a sua oferta não atentou...
Quando penso na mentalidade evangélica em nossos dias, em grande parte, lembro-me de Caim e Abel. Porém, lembro-me mais de Caim, pois a sua postura, a sua atitude com relação aquilo que ele estava ofertando para o Senhor é muito parecida com a atitude da maioria dos crentes em nossa era. Na verdade, Caim e Abel no que diz respeito a atitude no momento de ofertar, apresentam características totalmente distintas. Uma delas é a compreensão clara do valor e da importância deste ato. Abel compreendeu bem, mas Caim não. Infelizmente é a atitude de Caim que tem prevalecido em nossos dias.
No texto de Gen.2:3 há uma frase que demonstra isso: “...ao cabo de dias...”. Alguns intérpretes das Escrituras definem esta expressão como: “no final da colheita”, dando a entender que Caim ao levar sua oferta ao Senhor ele simplesmente levou o que sobrou do fruto de seu trabalho.
O que isso tem a ver com a mentalidade da Igreja hoje no que diz respeito a entrega dos dízimos e ofertas: 1º É que a maioria dos crentes não compreenderam a importância e o valor deste ato; 2º É a mentalidade de dar a Deus “o que sobrar” ou pior, “se sobrar”. Infelizmente, a segunda é a mais utilizada; conseqüência disso: as pessoas se tornam infiéis ao Senhor nesse aspecto. Enquanto a mentalidade não mudar, a atitude também não.
É muito difícil vê um crente que ao pensar em comprar determinado bem, não levar em consideração em seu orçamento os 10% do seu salário que não lhe pertence. Normalmente ele gasta, e quando vê que gastou demais, não sente nenhuma culpa em roubar aquilo que não é seu: Ele não sente nenhuma culpa em roubar de Deus! (cf.Ml.3:8-9 – “8 Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. 9 Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais,”)
O pior de tudo é que, mesmo fazendo isso, a insensibilidade e ignorância espiritual dessas pessoas as fazem acreditar que Deus vai abençoá-las independentemente de seu crime e infidelidade.
Vejamos o que a Bíblia diz acerca de como Deus recebeu a oferta de Caim: “5 mas para Caim e para a sua oferta não atentou.”
Portanto, se temos a mentalidade de Caim dominando a nossa prática de ofertar ao Senhor, precisamos urgentemente lançá-la para longe de nós afim de nos tornarmos passiveis de sermos alcançados pela bênção de Deus nesta área de nossas vidas.
DEUS NÃO PRECISA DE SUA ESMOLA, MAS ELE EXIGE SUA OBEDIÊNCIA!
Gen.4:3-4 - 3 Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor.
4 Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta,
5 mas para Caim e para a sua oferta não atentou...
Quando penso na mentalidade evangélica em nossos dias, em grande parte, lembro-me de Caim e Abel. Porém, lembro-me mais de Caim, pois a sua postura, a sua atitude com relação aquilo que ele estava ofertando para o Senhor é muito parecida com a atitude da maioria dos crentes em nossa era. Na verdade, Caim e Abel no que diz respeito a atitude no momento de ofertar, apresentam características totalmente distintas. Uma delas é a compreensão clara do valor e da importância deste ato. Abel compreendeu bem, mas Caim não. Infelizmente é a atitude de Caim que tem prevalecido em nossos dias.
No texto de Gen.2:3 há uma frase que demonstra isso: “...ao cabo de dias...”. Alguns intérpretes das Escrituras definem esta expressão como: “no final da colheita”, dando a entender que Caim ao levar sua oferta ao Senhor ele simplesmente levou o que sobrou do fruto de seu trabalho.
O que isso tem a ver com a mentalidade da Igreja hoje no que diz respeito a entrega dos dízimos e ofertas: 1º É que a maioria dos crentes não compreenderam a importância e o valor deste ato; 2º É a mentalidade de dar a Deus “o que sobrar” ou pior, “se sobrar”. Infelizmente, a segunda é a mais utilizada; conseqüência disso: as pessoas se tornam infiéis ao Senhor nesse aspecto. Enquanto a mentalidade não mudar, a atitude também não.
É muito difícil vê um crente que ao pensar em comprar determinado bem, não levar em consideração em seu orçamento os 10% do seu salário que não lhe pertence. Normalmente ele gasta, e quando vê que gastou demais, não sente nenhuma culpa em roubar aquilo que não é seu: Ele não sente nenhuma culpa em roubar de Deus! (cf.Ml.3:8-9 – “8 Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. 9 Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais,”)
O pior de tudo é que, mesmo fazendo isso, a insensibilidade e ignorância espiritual dessas pessoas as fazem acreditar que Deus vai abençoá-las independentemente de seu crime e infidelidade.
Vejamos o que a Bíblia diz acerca de como Deus recebeu a oferta de Caim: “5 mas para Caim e para a sua oferta não atentou.”
Portanto, se temos a mentalidade de Caim dominando a nossa prática de ofertar ao Senhor, precisamos urgentemente lançá-la para longe de nós afim de nos tornarmos passiveis de sermos alcançados pela bênção de Deus nesta área de nossas vidas.
DEUS NÃO PRECISA DE SUA ESMOLA, MAS ELE EXIGE SUA OBEDIÊNCIA!
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Compreendendo os Limites de Nossa Liberdade
COMPREENDENDO OS Limites De Nossa Liberdade
Texto: João.8:32
Algumas coisas que temos que entender:
Liberdade Humana x Liberdade Cristã
Liberdade Cristã x Libertinagem (Desrespeito a honra ou a autoridade de ...)
Liberdade Humana
A Liberdade Cristã está mais próxima da do que da liberdade
Cristã bíblica
Libertinagem
Liberdade Humana = É a reivindicação do direito pessoal de poder-se fazer o que se quiser sem nenhum limite que de alguma forma possa servir de impecílio ou barreira para o desejo satisfeito.
Libertinagem - é atitude anarquista de rebeldia e desobediência contra qualquer tipo de autoridade constituída, sempre partindo do pressuposto de que a rebeldia ou desobediência jamais deve ser combatida com represálias sejam físicas, sejam legais ou jurídicas. (Ex. Morte dos sem-terra no Pará)
Liberdade Cristã - É a habilidade concedida a cada cristão, mediante a manifestação do poder transformador do Espírito Santo capacitando-o a fazer o que é certo. Logo, liberdade não se manifesta no ato de se Ter o direito de se fazer o que se quer, mas, de Ter a habilidade e capacidade de fazer aquilo que é certo fazer.
Para que possamos desfrutar, como cristãos dessa liberdade que recebemos no Senhor, devemos estabelecer limites a nossa liberdade.
Falaremos de alguns desses limites que devemos estabelecer se quisermos desfrutar desta liberdade:
1º O Limite do Julgamento da Consciência Pela Palavra de Deus. (Rm.2: 15 )
15 pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua [consciência] e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os),
2º O Limite da Manifestação da Glória de Deus em Nossas Vidas. (!Cor.10:31)
31 Portanto, quer comais quer [bebais], ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.
3º.O Limite do Respeito e Obediência as Autoridades e às Leis Civis e Eclesiásticas.(Rm.13:1-6)
1 Toda alma esteja sujeita às [autoridades] superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus.
4º O Limite do Amor." Viver em função do bem estar do próximo". (Rm.13:8)
8 A ninguém devais coisa [alguma], senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.
5º O Limite da Filiação Divina. (Ef.5:1)
1 Sede pois [imitadores] de Deus, como filhos amados;
6º O Limite da Santidade. (Hb.12:14)
14 Segui a paz com todos, e a [santificação], sem a qual ninguém verá o Senhor,
a. Na Sinceridade. (Fp.2:15)
15 para que vos torneis irrepreensíveis e [sinceros], filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo,
b. Na Honestidade. (1Tm.2:2)
2 pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e [honestidade].
c. Na Irrepreensibilidade. (Fp.2:15)
15 para que vos torneis irrepreensíveis e [sinceros], filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo,
d. Na Confiabilidade. (Fp.4:8)
8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é [puro], tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
e. Na Pureza da Vida. ( 1Tm.5:22; Fp.4:8)
22 A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo [puro].
f. Na verdade. (Ef.4:25; 5:9)
25 Pelo que deixai a mentira, e falai a [verdade] cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.
9 (pois o fruto da luz está em toda a bondade, e justiça e [verdade]),
Texto: João.8:32
Algumas coisas que temos que entender:
Liberdade Humana x Liberdade Cristã
Liberdade Cristã x Libertinagem (Desrespeito a honra ou a autoridade de ...)
Liberdade Humana
A Liberdade Cristã está mais próxima da do que da liberdade
Cristã bíblica
Libertinagem
Liberdade Humana = É a reivindicação do direito pessoal de poder-se fazer o que se quiser sem nenhum limite que de alguma forma possa servir de impecílio ou barreira para o desejo satisfeito.
Libertinagem - é atitude anarquista de rebeldia e desobediência contra qualquer tipo de autoridade constituída, sempre partindo do pressuposto de que a rebeldia ou desobediência jamais deve ser combatida com represálias sejam físicas, sejam legais ou jurídicas. (Ex. Morte dos sem-terra no Pará)
Liberdade Cristã - É a habilidade concedida a cada cristão, mediante a manifestação do poder transformador do Espírito Santo capacitando-o a fazer o que é certo. Logo, liberdade não se manifesta no ato de se Ter o direito de se fazer o que se quer, mas, de Ter a habilidade e capacidade de fazer aquilo que é certo fazer.
Para que possamos desfrutar, como cristãos dessa liberdade que recebemos no Senhor, devemos estabelecer limites a nossa liberdade.
Falaremos de alguns desses limites que devemos estabelecer se quisermos desfrutar desta liberdade:
1º O Limite do Julgamento da Consciência Pela Palavra de Deus. (Rm.2: 15 )
15 pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua [consciência] e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os),
2º O Limite da Manifestação da Glória de Deus em Nossas Vidas. (!Cor.10:31)
31 Portanto, quer comais quer [bebais], ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.
3º.O Limite do Respeito e Obediência as Autoridades e às Leis Civis e Eclesiásticas.(Rm.13:1-6)
1 Toda alma esteja sujeita às [autoridades] superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus.
4º O Limite do Amor." Viver em função do bem estar do próximo". (Rm.13:8)
8 A ninguém devais coisa [alguma], senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.
5º O Limite da Filiação Divina. (Ef.5:1)
1 Sede pois [imitadores] de Deus, como filhos amados;
6º O Limite da Santidade. (Hb.12:14)
14 Segui a paz com todos, e a [santificação], sem a qual ninguém verá o Senhor,
a. Na Sinceridade. (Fp.2:15)
15 para que vos torneis irrepreensíveis e [sinceros], filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo,
b. Na Honestidade. (1Tm.2:2)
2 pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e [honestidade].
c. Na Irrepreensibilidade. (Fp.2:15)
15 para que vos torneis irrepreensíveis e [sinceros], filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo,
d. Na Confiabilidade. (Fp.4:8)
8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é [puro], tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
e. Na Pureza da Vida. ( 1Tm.5:22; Fp.4:8)
22 A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo [puro].
f. Na verdade. (Ef.4:25; 5:9)
25 Pelo que deixai a mentira, e falai a [verdade] cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.
9 (pois o fruto da luz está em toda a bondade, e justiça e [verdade]),
Cultuando a Deus em Temor e Tremor
CULTUANDO À DEUS EM TEMOR E TREMOR
Texto: Pv.1:7 - "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria ..."
Uma das grandes reclamações que ouvimos no que diz respeito a participação no culto a Deus é a postura irreverente e desrespeitosa dos crentes nos momentos em que deveriam estar expressando a Deus todo amor e toda a gratidão que eles nutrem em seus corações por tudo aquilo que Deus foi capaz de fazer em nosso socorro entregando Seu próprio Filho para sofrer em nosso lugar.
Isso deve-se em especial a abertura por parte de muitas denominações a uma perspectiva completamente antropocêntrica no que diz respeito ao culto. Hoje infelizmente, quando se pensa em um culto, na maioria das vezes a preocupação maior tem sido o que as pessoas que irão frequentá-lo vão achar. Se vão gostar, se vão se sentir bem, se vão estar confortáveis ou se vão sair satisfeitos. Aliás, isto foi a um extremo tão drástico, que uma igreja dita evangélica aqui no Brasil adotou como slogan para o marketing atrativo a frase: " AQUI NÓS FAZEMOS DE TUDO PARA QUE VOCÊ SE SINTA BEM!".
Neste ponto, o alvo maior deste culto não é mais a perspectiva de fazer tudo com a finalidade de que Deus receba o nosso culto de forma aceitável mas, sim, no sentido de que todas as perspectivas e anseios dos assistentes sejam totalmente satisfeitas.
· Os louvores são escolhidos pensando-se no público;
· Os textos são escolhidos para agradar o público;
· A pregação é feita de uma forma que não fira, não exija, não ameace, que não assuste, que não entristeça, que não confronte o real estado tanto do crente quanto do não-crente.
· Todas as coisas são feitas para o culto pensando-se exclusivamente no que os homens vão achar e não no que Deus vai achar. Aliás, um culto celebrado com essas motivações não precisamos nem responder o que Deus acha.
· Tudo, absolutamente tudo, deve ser feito pensando-se exclusivamente naquilo que Deus, que é o alvo de nosso culto, acha.
Mas, o que aconteceu com a igreja para que ela chegasse a este estado? Ela abriu mão do conhecimento de Deus e entregou-se, como diz o apóstolo Paulo, às fábulas que visam exclusivamente a satisfação dos desejos e anseios do homem.
Precisamos voltar ao ensino bíblico. Precisamos cultuar à Deus como Deus ensina em Sua palavra porque se não estaremos como o povo de Atenas: ADORANDO A UM DEUS DESCONHECIDO!
Provérbios 1:7.a pode nos fornecer uma luz para que possamos iniciar o nosso retorno, a nossa busca a um culto verdadeiro que tem por único objetivo agradar ao Deus a que dizemos servir. Salomão diz:
" O Temor do Senhor é o Princípio da Sabedoria ... "
a palavra chave que precisamos compreender para que possamos realmente prestar um culto aceitável aos olhos de Deus é TEMOR! Se não compreendermos e não aplicarmos esta verdade as nossas vidas jamais conseguiremos adorar a Deus verdadeiramente da forma que Ele deseja, que Ele quer.
O que então o temor à Deus significa para minha vida:
1. uma atitude de receio bem fundado de um mal ou de um perigo.
Tentar se aproximar de Deus sem levar em consideração a forma come Ele deseja ser cultuado é literalmente correr risco de vida.
· Os filhos de Arão. Nadabe e Abiú.
Lv.10: »LEVÍTICO [10]
1 Ora, Nadabe, e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário e, pondo neles fogo e sobre ele deitando incenso, ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que ele não lhes ordenara.
2 Então saiu fogo de diante do Senhor, e os devorou; e morreram perante o Senhor.
3 Disse Moisés a Arão: Isto é o que o Senhor falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Mas Arão guardou silêncio.
· O Povo de Israel no Sinai.
Ex.19:16-21:
16 Ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um sonido de buzina mui forte, de maneira que todo o povo que estava no arraial estremeceu.
17 E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte.
18 Nisso todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia fortemente.
19 E, crescendo o sonido da buzina cada vez mais, Moisés falava, e Deus lhe respondia por uma voz.
20 E, tendo o Senhor descido sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu.
21 Então disse o Senhor a Moisés: Desce, adverte ao povo, para não suceder que traspasse os limites até o Senhor, a fim de ver, e muitos deles pereçam.
2. Uma atitude de respeito e reverência.
Normalmente respeitamos aqueles de quem sabemos Ter autoridade para nos punir ou disciplinar caso não o façamos. Para isso, educação, moralidade, serviço voluntário são coisas essenciais. No culto à Deus o respeito e a reverência são fatores primordiais para que não corramos perigo e o nosso culto seja aceitável.
· Ouvir atentamente.
· Levar a sério o que se ouve.
· Tornar-se um participante ativo deste momento e não um mero assistente.
· Ter uma compreensão clara do que significa todo este momento.
3. Medo, susto, pavor.
Neste caso, não somente do que nos pode acontecer se não nos portarmos como realmente Deus quer, mas também, de oferecermos a Deus o nosso culto de forma inadequada.
· Paulo, em 1Cor.11 fala das pessoas que Deus puniu com a morte física por não participarem do culto de Ceia como deviam (Ananias e Safira).
· Lucas relata em Atos 5, que por causa de uma motivação errada no ato de entregar o dízimo ou oferta no culto, Deus matou Ananias e Safira.
Precisamos reconhecer a nossa aproximação de Deus por intermédio de Cristo, sem nunca nos esquecer a Sua majestade, grandeza, infinitude, justiça e santidade.
4. Uma atitude de pontualidade (prioridade) e zelo.
O que concerne ao meu serviço à Deus, passo a tratá-lo como o maior alvo ou prioridade de minha vida. As coisas de Deus e o cuidado para com elas são a razão de minha existência, a razão de minha vida. Nada é mais importante; nada é considerado impecílio para que eu não as faça. Nem as críticas, nem as perseguições, nem as estações do ano, nem o risco de minha própria vida. (Daniel, Sadrak, Mesaque, Abdnego, Paulo, João, Pedro, Etc.
Nesta região temos um problema muito sério no que concerne a esta prioridade: No inverno eu falto culto por causa da chuva; no verão eu falto culto por causa da praia. Mas porque eu faço isto: FALTA DE TEMOR!
· As coisas de Deus não me são interessante;
· As coisas de Deus não tem tanto valor assim para mim;
· Envolver-me na obra de Deus é um sacrifício demais para eu fazer;
· O que Deus tem feito por mim não vale todo este esforço;
· O que Cristo sofreu por mim não foi uma coisa tão difícil e horrível assim;
· Quem tem responsabilidade para com essas coisas é o Pastor e a liderança, eu não tenho nada a ver com isso;
· Não faço, porque não vou ganhar nada com isso;
5. Uma atitude de preocupação radical com o testemunho pessoal.
Is.55; Mt. 15; Rm.12 e vários outros textos demonstram claramente que se o meu testemunho pessoal não é condizente com a Palavra de Deus o culto que presto a Ele não será aceito de forma alguma. Aliás, em Rm.12:1 Paulo fala que o nosso testemunho também é um ato de culto à Deus.
6. Uma atitude real de busca de conhecimento a respeito de quem Deus realmente é.
Em Mt.15:9 está escrito: " Em vão me adoram; ensinando preceitos que são doutrinas de homens ..."
· Temos que cultuá-lo levando em consideração o que Deus é.
· O que Ele quer e como Ele quer.
Não podemos incluir o que nós achamos melhor, o que nós gostaríamos que fosse feito, a nossa perspectiva do que é um culto que nos agrada.
É Deus que tem que ser agradado; é Deus que tem que ser cultuado; é Deus que deve ser exaltado, adorado, glorificado, honrado.
Se compreendo e aplico esta coisas a minha vida poderei dizer que a minha vida é um culto de louvor, gratidão e amor para o meu Deus.
Texto: Pv.1:7 - "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria ..."
Uma das grandes reclamações que ouvimos no que diz respeito a participação no culto a Deus é a postura irreverente e desrespeitosa dos crentes nos momentos em que deveriam estar expressando a Deus todo amor e toda a gratidão que eles nutrem em seus corações por tudo aquilo que Deus foi capaz de fazer em nosso socorro entregando Seu próprio Filho para sofrer em nosso lugar.
Isso deve-se em especial a abertura por parte de muitas denominações a uma perspectiva completamente antropocêntrica no que diz respeito ao culto. Hoje infelizmente, quando se pensa em um culto, na maioria das vezes a preocupação maior tem sido o que as pessoas que irão frequentá-lo vão achar. Se vão gostar, se vão se sentir bem, se vão estar confortáveis ou se vão sair satisfeitos. Aliás, isto foi a um extremo tão drástico, que uma igreja dita evangélica aqui no Brasil adotou como slogan para o marketing atrativo a frase: " AQUI NÓS FAZEMOS DE TUDO PARA QUE VOCÊ SE SINTA BEM!".
Neste ponto, o alvo maior deste culto não é mais a perspectiva de fazer tudo com a finalidade de que Deus receba o nosso culto de forma aceitável mas, sim, no sentido de que todas as perspectivas e anseios dos assistentes sejam totalmente satisfeitas.
· Os louvores são escolhidos pensando-se no público;
· Os textos são escolhidos para agradar o público;
· A pregação é feita de uma forma que não fira, não exija, não ameace, que não assuste, que não entristeça, que não confronte o real estado tanto do crente quanto do não-crente.
· Todas as coisas são feitas para o culto pensando-se exclusivamente no que os homens vão achar e não no que Deus vai achar. Aliás, um culto celebrado com essas motivações não precisamos nem responder o que Deus acha.
· Tudo, absolutamente tudo, deve ser feito pensando-se exclusivamente naquilo que Deus, que é o alvo de nosso culto, acha.
Mas, o que aconteceu com a igreja para que ela chegasse a este estado? Ela abriu mão do conhecimento de Deus e entregou-se, como diz o apóstolo Paulo, às fábulas que visam exclusivamente a satisfação dos desejos e anseios do homem.
Precisamos voltar ao ensino bíblico. Precisamos cultuar à Deus como Deus ensina em Sua palavra porque se não estaremos como o povo de Atenas: ADORANDO A UM DEUS DESCONHECIDO!
Provérbios 1:7.a pode nos fornecer uma luz para que possamos iniciar o nosso retorno, a nossa busca a um culto verdadeiro que tem por único objetivo agradar ao Deus a que dizemos servir. Salomão diz:
" O Temor do Senhor é o Princípio da Sabedoria ... "
a palavra chave que precisamos compreender para que possamos realmente prestar um culto aceitável aos olhos de Deus é TEMOR! Se não compreendermos e não aplicarmos esta verdade as nossas vidas jamais conseguiremos adorar a Deus verdadeiramente da forma que Ele deseja, que Ele quer.
O que então o temor à Deus significa para minha vida:
1. uma atitude de receio bem fundado de um mal ou de um perigo.
Tentar se aproximar de Deus sem levar em consideração a forma come Ele deseja ser cultuado é literalmente correr risco de vida.
· Os filhos de Arão. Nadabe e Abiú.
Lv.10: »LEVÍTICO [10]
1 Ora, Nadabe, e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário e, pondo neles fogo e sobre ele deitando incenso, ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que ele não lhes ordenara.
2 Então saiu fogo de diante do Senhor, e os devorou; e morreram perante o Senhor.
3 Disse Moisés a Arão: Isto é o que o Senhor falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Mas Arão guardou silêncio.
· O Povo de Israel no Sinai.
Ex.19:16-21:
16 Ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um sonido de buzina mui forte, de maneira que todo o povo que estava no arraial estremeceu.
17 E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte.
18 Nisso todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia fortemente.
19 E, crescendo o sonido da buzina cada vez mais, Moisés falava, e Deus lhe respondia por uma voz.
20 E, tendo o Senhor descido sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu.
21 Então disse o Senhor a Moisés: Desce, adverte ao povo, para não suceder que traspasse os limites até o Senhor, a fim de ver, e muitos deles pereçam.
2. Uma atitude de respeito e reverência.
Normalmente respeitamos aqueles de quem sabemos Ter autoridade para nos punir ou disciplinar caso não o façamos. Para isso, educação, moralidade, serviço voluntário são coisas essenciais. No culto à Deus o respeito e a reverência são fatores primordiais para que não corramos perigo e o nosso culto seja aceitável.
· Ouvir atentamente.
· Levar a sério o que se ouve.
· Tornar-se um participante ativo deste momento e não um mero assistente.
· Ter uma compreensão clara do que significa todo este momento.
3. Medo, susto, pavor.
Neste caso, não somente do que nos pode acontecer se não nos portarmos como realmente Deus quer, mas também, de oferecermos a Deus o nosso culto de forma inadequada.
· Paulo, em 1Cor.11 fala das pessoas que Deus puniu com a morte física por não participarem do culto de Ceia como deviam (Ananias e Safira).
· Lucas relata em Atos 5, que por causa de uma motivação errada no ato de entregar o dízimo ou oferta no culto, Deus matou Ananias e Safira.
Precisamos reconhecer a nossa aproximação de Deus por intermédio de Cristo, sem nunca nos esquecer a Sua majestade, grandeza, infinitude, justiça e santidade.
4. Uma atitude de pontualidade (prioridade) e zelo.
O que concerne ao meu serviço à Deus, passo a tratá-lo como o maior alvo ou prioridade de minha vida. As coisas de Deus e o cuidado para com elas são a razão de minha existência, a razão de minha vida. Nada é mais importante; nada é considerado impecílio para que eu não as faça. Nem as críticas, nem as perseguições, nem as estações do ano, nem o risco de minha própria vida. (Daniel, Sadrak, Mesaque, Abdnego, Paulo, João, Pedro, Etc.
Nesta região temos um problema muito sério no que concerne a esta prioridade: No inverno eu falto culto por causa da chuva; no verão eu falto culto por causa da praia. Mas porque eu faço isto: FALTA DE TEMOR!
· As coisas de Deus não me são interessante;
· As coisas de Deus não tem tanto valor assim para mim;
· Envolver-me na obra de Deus é um sacrifício demais para eu fazer;
· O que Deus tem feito por mim não vale todo este esforço;
· O que Cristo sofreu por mim não foi uma coisa tão difícil e horrível assim;
· Quem tem responsabilidade para com essas coisas é o Pastor e a liderança, eu não tenho nada a ver com isso;
· Não faço, porque não vou ganhar nada com isso;
5. Uma atitude de preocupação radical com o testemunho pessoal.
Is.55; Mt. 15; Rm.12 e vários outros textos demonstram claramente que se o meu testemunho pessoal não é condizente com a Palavra de Deus o culto que presto a Ele não será aceito de forma alguma. Aliás, em Rm.12:1 Paulo fala que o nosso testemunho também é um ato de culto à Deus.
6. Uma atitude real de busca de conhecimento a respeito de quem Deus realmente é.
Em Mt.15:9 está escrito: " Em vão me adoram; ensinando preceitos que são doutrinas de homens ..."
· Temos que cultuá-lo levando em consideração o que Deus é.
· O que Ele quer e como Ele quer.
Não podemos incluir o que nós achamos melhor, o que nós gostaríamos que fosse feito, a nossa perspectiva do que é um culto que nos agrada.
É Deus que tem que ser agradado; é Deus que tem que ser cultuado; é Deus que deve ser exaltado, adorado, glorificado, honrado.
Se compreendo e aplico esta coisas a minha vida poderei dizer que a minha vida é um culto de louvor, gratidão e amor para o meu Deus.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
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