A PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NO DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL DOS FILHOS
TEXTO: Provérbios 22: 6 Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.
A questão das educação dos filhos é algo de extrema importância a ser debatido em nossos dias juntamente com as questões relativas ao futuro de cada um deles e o preparo necessário para que esse futuro seja o melhor possível. ( Perguntar aos pais o que eles esperam do futuro de seus filhos)
Pensar numa fórmula mágica, numa receita, num passo a passo para alcançarmos esse objetivo seria sonhar mais alto do que podemos alcançar. Dizemos isso não por considerarmos impossível, mas, pela diversidade de contextos familiares e sociais nos quais nossos filhos estão inseridos e que exigiram uma maior habilidade de nossa parte para preservarmos seu bom desenvolvimento.
Exemplo dos meus filhos que não sabiam o que era um casal separado ou uma mãe solteira até pouco tempo atrás. Ou da mãe que ouviu sua filha de 4 anos dizer que ia casar com uma mulher gay. O outro queria ser bandido. Etc...
É dentro desse contexto que nós precisamos de sabedoria e habilidade para orientarmos, para instruirmos nossos filhos no caminho que nos parecer melhor.
As vezes cometemos o engano de deixarmos para orienta-los mais tarde por acharmos que eles são pequenos demais para entender, mas se não orientarmos, aparecerá alguém pra fazer isso e as vezes da pior maneira.
As vezes deixamos essas coisas pra depois porque acreditamos que a Escola é quem tem essa responsabilidade. Porém precisamos entender que a escola tem o seu papel de importância no desenvolvimento intelectual dos alunos, porém não é responsável pela totalidade dessa tarefa.
O Rei Salomão já dizia no texto que acabamos de ler acima que a responsabilidade de ensinar, instruir (treinar) o filho em qual o melhor caminho para seguir é responsabilidade de nós.
A instrução não apenas envolve a transmissão de valores morais teóricos mas, paralelamente a aprendizagem através do exemplo e do incentivo. (Ex. Pai que bebe; Pai que fuma)
Nós, que temos filhos, nunca queremos imaginar que nossos filhos ao chegar a idade adulta venham passar dificuldades ou necessidades. Todos nós gostaríamos de ver nossos filhos casados, estáveis familiarmente, economicamente, moralmente e socialmente, só que no mundo em que vivemos nos é exigido um plano que possa nos ajudar a levar os nossos filhos a alcançarem esse objetivo.
Quando falamos nisso não estamos dizendo que devemos escolher o que nossos filhos serão quando adultos; a questão vocacional é algo que eles tem que decidir; agora, criar circunstancias para que ele tenha condições de ser o melhor possível naquilo que ele escolher ser, isso cabe a nós!
O Rei Salomão no Livro de Eclesiastes diz o seguinte: 4: 9 Melhor é serem dois do que um, porque têm [melhor] paga do seu trabalho.
Precisamos entender que a formação de nossos filhos não depende apenas da responsabilidade da Escola, mas sim, de um conjunto de responsabilidades que, se forem corretamente aplicadas nos conduzirão a uma grande probabilidade de sucesso.
Três coisas queremos abordar acerca dessas responsabilidades:
1. O Papel dos Pais. A Maior responsabilidade no desenvolvimento da personalidade de nossos filhos (Caráter, atitudes morais e sociais) é responsabilidade dos pais. Existe até um provérbio popular que diz: “Quem pariu Mateus que embale!”
Nossos filhos serão aquilo que nós os treinarmos pra ser!
Levando em consideração as questões Morais, Emocionais, profissionais e espirituais.
É nossa responsabilidade como pais cuidarmos do bom desenvolvimento de nossos filhos nessas 4 áreas; o sucesso deles, em um percentual considerável, vai depender de nossa participação como pais nesse processo.
2. O Papel da Escola. Precisamos como pais entender que o sucesso de nossos filhos no aspecto intelectual não depende exclusivamente da escola visto que isso dependerá em parte do valor dado pelo aluno ao aprendizado, e isso ele não aprende na escola: APRENDE EM CASA!
Se este aspecto do desenvolvimento pessoal de nosso filho não for bem trabalhado, a Escola terá uma dificuldade muito grande de preparar nossos filhos para vencer na vida.
A escola tem papéis importantes nesse processo de desenvolvimento de nossos filhos:
· Ela é praticamente a primeira experiência social de nossos filhos fora do ambiente familiar;
· É a primeira oportunidade da criança conviver com diferenças;
· É o princípio do preparo intelectual necessário aos nossos filhos para que eles alcancem seus objetivos profissionais futuros.
· Desenvolvimento intelectual fraco é sinônimo de desempenho profissional fraco.
Algumas coisas que influenciam a resposta do aluno em relação à escola:
· a influência dos valores familiares no desempenho escolar;
· os sentimentos dos pais e mães em relação à escola;
· o relacionamento que as famílias das crianças com bom e fraco desempenho mantêm com a escola;
Eu acredito que essas crianças mantêm essa qualidade em sala de aula devido à motivação que vem de casa.
[Os motivos do bom desempenho estão] na educação delas de casa e na preocupação dos pais em relação ao desempenho delas, do crescimento pessoal delas.
Então eu vejo assim muito forte nelas aspectos positivos que vêm da família.
3. As Habilidades e Capacidades Naturais do aluno. Temos que observar o potencial existente em cada filho e explorarmos o seu potencial para o seu bem. Os temperamentos podem mudar sem afetar a capacidade de desenvolvimento e aprendizado.
· Uns são extrovertidos;
· Outros introvertidos;
Mas todos tem o mesmo potencial; todos podem chegar lá!
4. O Que temos que fazer:
a) Devemos fazer a nossa parte como pais;
b) Devemos reconhecer que a maior parcela de responsabilidade nesse processo é nossa;
c) Se algo der errada devemos assumir nossa parcela de culpa;
d) Devemos cuidar de nossos filhos;
e) Devemos participar de seu desenvolvimento, principalmente com a nossa presença física;
f) Devemos influenciá-los no desenvolvimento intelectual ensinando-os sobre a importância do aprendizado para sua vida futura;
g) Devemos ensina-los a respeitar seus professores;
h) Devemos faze-los crescer desejando um bom futuro para eles e os estimulando a querem sempre ser dos melhores naquilo que eles fazem.
Que Deus nos ajude!
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
A Agonia do Inferno
A AGONIA DO INFERNO
Tormentos e Ranger de Dentes
Texto: Luc.16:19-31
Falar sobre este assunto tem se tornado um desafio nestes últimos dias.
· Primeiro, por causa das aspirações antropocêntricas e materialistas de nossa época. Normalmente as pessoas querem ouvir a respeito daquilo que elas podem tirar de Deus afim de acumularem mais tesouros aqui na terra;
· segundo, porque não é uma doutrina que quando pregada arranque glória e aleluia da platéia;
· terceiro, porque ela fala sobre coisas que muitas pessoas não gostam e nem querem ouvir.
· Por causa das idéias erradas existentes. (negação; mudança de esfera; os destinatários)
· Porque falar sobre isto, macula ou é contrário a idéia do Deus super amoroso dos homens e da igreja de nossos dias.
Apesar de tudo isto, temos que falar e pregar sobre isto porque é um ensino contido nas Escrituras. Quem mais falou sobre isto no N. T. foi Jesus, e, como Paulo, devemos pregar todo o desígnio de Deus.
São 58 citações diretas ao inferno feitas em toda a Bíblia; 14 feitas pelo próprio Jesus. Algumas bastantes sérias, como:
Mt.5:29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no [inferno].
Mt.10:28 E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no [inferno] tanto a alma como o corpo.
Mt.18:9 E, se teu olho te fizer tropeçar, arranca-o, e lança-o de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que tendo dois olhos, ser lançado no [inferno] de fogo.
Mt.23:33 Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do [inferno]?
Mc.9:43 E, se tua mão te escandalizar, corta-a: Melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, onde o fogo nunca se apaga; 44 Onde o bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.
No livro de Teologia Sistemática, de Louis Berkhof, pag. 686 diz o seguinte a respeito de quem partir dessa vida para o estado intermediário sem Cristo:
" ... Os ímpios, após a morte, são lançados no inferno, onde ficarão, em tormentos e em trevas espessas, reservadas para o grande juízo do dia final. ... Além desses dois lugares (céu e inferno) destinado as almas separadas de seus respectivos corpos, as Escrituras não reconhecem nenhum outro lugar." ( Confissão de fé de Westminster)
Também é dito: " De modo semelhante, cremos que os incrédulos são precipitados no inferno, do qual não há retorno aberto para os ímpios, por coisa alguma que os que vivem façam." (Conf. Helvética)
Em Lucas 16, na parábola do rico e Lázaro, o inferno é apresentado da seguinte maneira:
1. O lugar de tormento; v.23,24,25 e 28
2. Essa condição é descrita como para sempre; v.26;
3. Que está lá, está cônscio de sua situação miserável; v. 24;
4. É um lugar onde se sente dor;v.24;
5. É um lugar onde tem fogo;v.24;
6. Quem está lá deseja que ninguém mais possa ir; v.27,28 e 29
7. Quem morrer sem Cristo irá imediatamente para lá; v.22;
8. O único meio de se livrar deste horrível fim é crendo na mensagem da Palavra de Deus - No Evangelho. V.31;
Graças a Deus porque, em Cristo fomos libertos de uma vez por todas deste destino, mas ainda existem muitos que precisam ser libertos deste fim e, como disse Jesus, somos nós os responsáveis em transmitir o caminho da salvação para eles. (... vós sois a luz ... sois o sal ...Mt.5)
Tormentos e Ranger de Dentes
Texto: Luc.16:19-31
Falar sobre este assunto tem se tornado um desafio nestes últimos dias.
· Primeiro, por causa das aspirações antropocêntricas e materialistas de nossa época. Normalmente as pessoas querem ouvir a respeito daquilo que elas podem tirar de Deus afim de acumularem mais tesouros aqui na terra;
· segundo, porque não é uma doutrina que quando pregada arranque glória e aleluia da platéia;
· terceiro, porque ela fala sobre coisas que muitas pessoas não gostam e nem querem ouvir.
· Por causa das idéias erradas existentes. (negação; mudança de esfera; os destinatários)
· Porque falar sobre isto, macula ou é contrário a idéia do Deus super amoroso dos homens e da igreja de nossos dias.
Apesar de tudo isto, temos que falar e pregar sobre isto porque é um ensino contido nas Escrituras. Quem mais falou sobre isto no N. T. foi Jesus, e, como Paulo, devemos pregar todo o desígnio de Deus.
São 58 citações diretas ao inferno feitas em toda a Bíblia; 14 feitas pelo próprio Jesus. Algumas bastantes sérias, como:
Mt.5:29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no [inferno].
Mt.10:28 E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no [inferno] tanto a alma como o corpo.
Mt.18:9 E, se teu olho te fizer tropeçar, arranca-o, e lança-o de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que tendo dois olhos, ser lançado no [inferno] de fogo.
Mt.23:33 Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do [inferno]?
Mc.9:43 E, se tua mão te escandalizar, corta-a: Melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, onde o fogo nunca se apaga; 44 Onde o bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.
No livro de Teologia Sistemática, de Louis Berkhof, pag. 686 diz o seguinte a respeito de quem partir dessa vida para o estado intermediário sem Cristo:
" ... Os ímpios, após a morte, são lançados no inferno, onde ficarão, em tormentos e em trevas espessas, reservadas para o grande juízo do dia final. ... Além desses dois lugares (céu e inferno) destinado as almas separadas de seus respectivos corpos, as Escrituras não reconhecem nenhum outro lugar." ( Confissão de fé de Westminster)
Também é dito: " De modo semelhante, cremos que os incrédulos são precipitados no inferno, do qual não há retorno aberto para os ímpios, por coisa alguma que os que vivem façam." (Conf. Helvética)
Em Lucas 16, na parábola do rico e Lázaro, o inferno é apresentado da seguinte maneira:
1. O lugar de tormento; v.23,24,25 e 28
2. Essa condição é descrita como para sempre; v.26;
3. Que está lá, está cônscio de sua situação miserável; v. 24;
4. É um lugar onde se sente dor;v.24;
5. É um lugar onde tem fogo;v.24;
6. Quem está lá deseja que ninguém mais possa ir; v.27,28 e 29
7. Quem morrer sem Cristo irá imediatamente para lá; v.22;
8. O único meio de se livrar deste horrível fim é crendo na mensagem da Palavra de Deus - No Evangelho. V.31;
Graças a Deus porque, em Cristo fomos libertos de uma vez por todas deste destino, mas ainda existem muitos que precisam ser libertos deste fim e, como disse Jesus, somos nós os responsáveis em transmitir o caminho da salvação para eles. (... vós sois a luz ... sois o sal ...Mt.5)
A Graça de Deus: Algumas definições
Damos abaixo, algumas definições que auxiliam grandemente a compreender o que é a graça.
"Graça é o amor demonstrado para com quem não é digno dele. Deus é amor; mas quando ele outorga esse amor a pecadores culpados, impuros e rebeldes, está revelando graça".
"Graça é Deus demonstrando tão somente amor e misericórdia, quando nós merecíamos tão somente ira e castigo. ".
"Graça é Deus dando o que o céu tem de melhor, para salvar o que a terra tem de pior".
“Graça nada mais é que a grande obra de Deus realizada gratuitamente em Seu amor incondicional e ilimitado em favor do homem desamparado, indigno e pecador.”
“Graça nem é Deus exigindo algo nem é Deus recebendo a obra do homem, mas graça é Deus fazendo a Sua própria obra. Quando Deus vem para fazer algo pelo homem e a favor do homem, isso é graça.”
A graça é incondicional. Ela é gratuita e não há motivos para que seja dada.
A graça é receber sem ter um motivo para receber.
Na graça não existe a possibilidade de mistura com o que quer que seja, nem mesmo com a essência das realizações. Graça não é o pagamento de Deus a uma dívida que tem para conosco. Não é que Deus nos deve e que agora Ele está pagando.
“A graça de Deus é simplesmente Deus trabalhando para o homem.”
Graça, que é Deus trabalhando pelo homem desamparado, infeliz e aflito, tem três características ou naturezas. Quem quiser entender a graça de Deus deve lembrar-se dessas três características ou naturezas. Se nos esquecermos delas, como pecadores não seremos salvos, e como cristãos fracassaremos e cairemos. Se virmos as características e a natureza da graça de Deus, receberemos mais graça de Deus para socorro em ocasião oportuna. Vamos considerar brevemente essas três características na Bíblia.
Quais são as obras do homem? Genericamente falando, existem três coisas consideradas como obras do homem:
1) seus delitos - As obras más do homem são seus delitos; das coisas que o homem faz, as que não são bem feitas tornam-se seus delitos;
2) Suas realizações - São as boas são suas realizações; das coisas que o homem faz, as que são bem feitas tornam-se suas realizações,
3) Suas responsabilidades - São as obras que ele está disposto a assumir. das coisas que o homem promete fazer para Deus são suas responsabilidades.
Se a graça de Deus é Deus trabalhando pelo homem pecaminoso, fraco, ímpio e desamparado, imediatamente vemos que a graça de Deus e o delito do homem não podem ser unidos. Tampouco pode a graça de Deus ser unida às realizações e responsabilidades do homem. Quando a questão do delito entra em cena, a graça não existe.
Romanos 4:4 torna a questão muito clara: “Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida”. Os delitos não nos impedem de receber graça, pelo contrário, proporcionam-nos a oportunidade de receber a graça de Deus. E as realizações não nos ajudam a receber a graça de Deus, pelo contrário, anulam a essência da graça de Deus.
Há ainda outra frase em Romanos que é muito clara sobre esse ponto: “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (11:6).
Mas eu sou uma pessoa muito boa!
A despeito de ser moral ou não, você não pode entrar na glória. Deus nivelou todos. Por que Deus nivelou todos? Gálatas 3:22 diz-nos que “a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem”. Deus encerrou a todos sob o pecado. Todos se tornaram pecadores, para que todo o que crê em Jesus Cristo receba a graça de Deus. Deus nivelou todos de maneira que Ele possa conceder graça a cada um.
Romanos 11:32 diz: “Porque Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos”. Deus encerrou a todos na desobediência. Ele nivelou todos. Com que propósito? Com o propósito de poder mostrar misericórdia a todos. Assim sendo, diante de Deus, as realizações não podem ter nenhum lugar. Todos estão sobre o mesmo terreno.
Romanos 3:9 diz: “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado”. O veredito de Deus é que tanto os judeus como os gentios estão todos debaixo do pecado. Não há nenhuma oportunidade para que as realizações tenham lugar. Nas porções das Escrituras que acabamos de ler vemos que todos foram encerrados no pecado e na desobediência para que possamos ir a Deus a fim de receber graça e misericórdia. Que é a graça de Deus?
“Graça de Deus é Ele dar ao homem não de acordo com o que o homem merece. A graça de Deus não concede ao homem mais do que ele merece ou algo melhor do que ele merece. Graça é simplesmente Deus dar ao homem o que ele não deveria ter e não merece.”
Quando a questão da realização entra em cena, a graça também não existe. De semelhante modo, onde houver a responsabilidade, a graça não existirá. Se a graça de Deus é de fato graça, os delitos, as realizações e as responsabilidades não podem ser misturados a ela. Sempre que os delitos, as realizações e as responsabilidades são adicionados, a graça de Deus perde suas características.
"Graça é o amor demonstrado para com quem não é digno dele. Deus é amor; mas quando ele outorga esse amor a pecadores culpados, impuros e rebeldes, está revelando graça".
"Graça é Deus demonstrando tão somente amor e misericórdia, quando nós merecíamos tão somente ira e castigo. ".
"Graça é Deus dando o que o céu tem de melhor, para salvar o que a terra tem de pior".
“Graça nada mais é que a grande obra de Deus realizada gratuitamente em Seu amor incondicional e ilimitado em favor do homem desamparado, indigno e pecador.”
“Graça nem é Deus exigindo algo nem é Deus recebendo a obra do homem, mas graça é Deus fazendo a Sua própria obra. Quando Deus vem para fazer algo pelo homem e a favor do homem, isso é graça.”
A graça é incondicional. Ela é gratuita e não há motivos para que seja dada.
A graça é receber sem ter um motivo para receber.
Na graça não existe a possibilidade de mistura com o que quer que seja, nem mesmo com a essência das realizações. Graça não é o pagamento de Deus a uma dívida que tem para conosco. Não é que Deus nos deve e que agora Ele está pagando.
“A graça de Deus é simplesmente Deus trabalhando para o homem.”
Graça, que é Deus trabalhando pelo homem desamparado, infeliz e aflito, tem três características ou naturezas. Quem quiser entender a graça de Deus deve lembrar-se dessas três características ou naturezas. Se nos esquecermos delas, como pecadores não seremos salvos, e como cristãos fracassaremos e cairemos. Se virmos as características e a natureza da graça de Deus, receberemos mais graça de Deus para socorro em ocasião oportuna. Vamos considerar brevemente essas três características na Bíblia.
Quais são as obras do homem? Genericamente falando, existem três coisas consideradas como obras do homem:
1) seus delitos - As obras más do homem são seus delitos; das coisas que o homem faz, as que não são bem feitas tornam-se seus delitos;
2) Suas realizações - São as boas são suas realizações; das coisas que o homem faz, as que são bem feitas tornam-se suas realizações,
3) Suas responsabilidades - São as obras que ele está disposto a assumir. das coisas que o homem promete fazer para Deus são suas responsabilidades.
Se a graça de Deus é Deus trabalhando pelo homem pecaminoso, fraco, ímpio e desamparado, imediatamente vemos que a graça de Deus e o delito do homem não podem ser unidos. Tampouco pode a graça de Deus ser unida às realizações e responsabilidades do homem. Quando a questão do delito entra em cena, a graça não existe.
Romanos 4:4 torna a questão muito clara: “Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida”. Os delitos não nos impedem de receber graça, pelo contrário, proporcionam-nos a oportunidade de receber a graça de Deus. E as realizações não nos ajudam a receber a graça de Deus, pelo contrário, anulam a essência da graça de Deus.
Há ainda outra frase em Romanos que é muito clara sobre esse ponto: “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (11:6).
Mas eu sou uma pessoa muito boa!
A despeito de ser moral ou não, você não pode entrar na glória. Deus nivelou todos. Por que Deus nivelou todos? Gálatas 3:22 diz-nos que “a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem”. Deus encerrou a todos sob o pecado. Todos se tornaram pecadores, para que todo o que crê em Jesus Cristo receba a graça de Deus. Deus nivelou todos de maneira que Ele possa conceder graça a cada um.
Romanos 11:32 diz: “Porque Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos”. Deus encerrou a todos na desobediência. Ele nivelou todos. Com que propósito? Com o propósito de poder mostrar misericórdia a todos. Assim sendo, diante de Deus, as realizações não podem ter nenhum lugar. Todos estão sobre o mesmo terreno.
Romanos 3:9 diz: “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado”. O veredito de Deus é que tanto os judeus como os gentios estão todos debaixo do pecado. Não há nenhuma oportunidade para que as realizações tenham lugar. Nas porções das Escrituras que acabamos de ler vemos que todos foram encerrados no pecado e na desobediência para que possamos ir a Deus a fim de receber graça e misericórdia. Que é a graça de Deus?
“Graça de Deus é Ele dar ao homem não de acordo com o que o homem merece. A graça de Deus não concede ao homem mais do que ele merece ou algo melhor do que ele merece. Graça é simplesmente Deus dar ao homem o que ele não deveria ter e não merece.”
Quando a questão da realização entra em cena, a graça também não existe. De semelhante modo, onde houver a responsabilidade, a graça não existirá. Se a graça de Deus é de fato graça, os delitos, as realizações e as responsabilidades não podem ser misturados a ela. Sempre que os delitos, as realizações e as responsabilidades são adicionados, a graça de Deus perde suas características.
A Graça - A Importância das Obras na Vida do Cristão
A IMPORTÂNCIA DAS OBRAS NA VIDA DO CRISTÃO
Quando falamos sobre a Graça de Deus e sua relação para com as obras humanas, descobrimos que, existe uma grande dificuldade das pessoas conciliarem estas duas verdades.
Normalmente, a primeira impressão das pessoas é que a graça transforma a obra numa coisa sem importância; só que isso é uma dos maiores erros cometidos pelo ser humano, tantos os que estão fora, quanto os que estão dentro da igreja.
Este tipo de colocação é fruto de uma profunda ignorância acerca da Graça de Deus e seus Benefícios.
Porque então as obras são importantes na vida do cristão?
Por causa da glória de Deus. 1Cor.10:31 diz: “Quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, tudo seja feito para a glória de Deus.” Mat.5:16 diz: “ Assim brilhe a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem ao vosso Pai que está nos céus.” Se queremos que o nome de Deus seja glorificado e se queremos ser luz, as obras são o sinal de identificação.
Por sermos cidadãos do Reino de Deus. Ef.4:1 diz: “1 Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,” Fp.1:27 diz: “27 Somente portai-vos, dum modo digno do evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que permaneceis firmes num só espírito, combatendo juntamente com uma só alma pela fé do evangelho;” Heb.12:14 diz: “14 Segui a paz com todos, e a [santificação], sem a qual ninguém verá o Senhor,”. Ef.2:10 diz: “10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.”
Por causa da retribuição de Deus. Salvação é pela graça; Julgamento é pelas obras. Apesar de salvos teremos que dar conta daquilo que fazemos, mesmo esta prestação de contas não afetar em nada, absolutamente nada nossa salvação. A retribuição das obras do crente será aplicada em duas esperas: A Terrena, e a eterna.
A retribuição terrena. Heb.12:6-10 diz: “6 pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. 7 É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como a filhos; pois qual é o filho a quem o pai não corrija? 8 Mas, se estais sem disciplina, da qual todos se têm tornado participantes, sois então bastardos, e não filhos. 9 Além disto, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e os olhávamos com respeito; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, e viveremos? 10 Pois aqueles por pouco tempo nos corrigiam como bem lhes parecia, mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade.
A retribuição eterna. 2Cor.5:10 diz: “10 Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal.” Esse julgamento não é condenatório mas para premiação: É o momento dos salvos receberem seu galardão. O tamanho de nosso galardão será reflexo daquilo que fizemos para o reino de Deus aqui na terra.
Logo, podemos observar o quanto as obras são importantes na vida do crente, mesmo sendo o mesmo salvo pela graça.
Quando falamos sobre a Graça de Deus e sua relação para com as obras humanas, descobrimos que, existe uma grande dificuldade das pessoas conciliarem estas duas verdades.
Normalmente, a primeira impressão das pessoas é que a graça transforma a obra numa coisa sem importância; só que isso é uma dos maiores erros cometidos pelo ser humano, tantos os que estão fora, quanto os que estão dentro da igreja.
Este tipo de colocação é fruto de uma profunda ignorância acerca da Graça de Deus e seus Benefícios.
Porque então as obras são importantes na vida do cristão?
Por causa da glória de Deus. 1Cor.10:31 diz: “Quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, tudo seja feito para a glória de Deus.” Mat.5:16 diz: “ Assim brilhe a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem ao vosso Pai que está nos céus.” Se queremos que o nome de Deus seja glorificado e se queremos ser luz, as obras são o sinal de identificação.
Por sermos cidadãos do Reino de Deus. Ef.4:1 diz: “1 Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,” Fp.1:27 diz: “27 Somente portai-vos, dum modo digno do evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que permaneceis firmes num só espírito, combatendo juntamente com uma só alma pela fé do evangelho;” Heb.12:14 diz: “14 Segui a paz com todos, e a [santificação], sem a qual ninguém verá o Senhor,”. Ef.2:10 diz: “10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.”
Por causa da retribuição de Deus. Salvação é pela graça; Julgamento é pelas obras. Apesar de salvos teremos que dar conta daquilo que fazemos, mesmo esta prestação de contas não afetar em nada, absolutamente nada nossa salvação. A retribuição das obras do crente será aplicada em duas esperas: A Terrena, e a eterna.
A retribuição terrena. Heb.12:6-10 diz: “6 pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. 7 É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como a filhos; pois qual é o filho a quem o pai não corrija? 8 Mas, se estais sem disciplina, da qual todos se têm tornado participantes, sois então bastardos, e não filhos. 9 Além disto, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e os olhávamos com respeito; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, e viveremos? 10 Pois aqueles por pouco tempo nos corrigiam como bem lhes parecia, mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade.
A retribuição eterna. 2Cor.5:10 diz: “10 Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal.” Esse julgamento não é condenatório mas para premiação: É o momento dos salvos receberem seu galardão. O tamanho de nosso galardão será reflexo daquilo que fizemos para o reino de Deus aqui na terra.
Logo, podemos observar o quanto as obras são importantes na vida do crente, mesmo sendo o mesmo salvo pela graça.
Reflexão sobre "A Graça de Deus"
A GRAÇA INCOMPREENDIDA
Quando falamos esta palavra para alguém, e a questionamos acerca de seu significado no âmbito religioso, normalmente ouvimos resposta que são totalmente contraditórias ao sentido real da mesma. O grande problema que as pessoas enfrentam para compreender e aceitar a Graça de Deus é a influência cultural religiosa a qual temos sido expostos desde o descobrimento de nosso país. Essa influência define graça como “o pagamento que Deus nos dá pelo nosso bom comportamento ou pelas nossas boas obras.”
Esse conceito automaticamente e inconscientemente irá fazer com que as pessoas que nele acreditam, fiquem impedidas de desfrutar a verdadeira Graça, pois, o caminho que elas estão trilhando irá leva-las para direção totalmente oposta.
Por que afirmamos isto? Porque as pessoas que crêem como afirmamos acima acham que para receber graça elas tem que, condicionalmente, realizar boas obras para merece-la, e conseqüentemente recebe-la. Só que o conceito de Graça no sentido bíblico não pode de forma alguma se adequar a esta definição, visto que, no sentido escriturístico, Graça significa “favor imerecido”; Graça é algo que Deus dá a quem não merece!
O apóstolo Paulo, escrevendo aos efésios ele diz o seguinte no capítulo 2, versículos 8 e 9: “8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus;
9 não vem das obras, para que ninguém se glorie.” Quem não conhece a Graça no sentido bíblico jamais poderá ter certeza de salvação e conseqüentemente viverá nesta vida como um perdido, visto que a salvação, segundo a Bíblia é algo que Deus dá a quem não merece e que não pode de maneira alguma produzir algo que o torne digno de merece-la. Quem deseja recebê-la só tem unicamente que aceitar a obra que Deus, através de Seu Filho realizou por ela na cruz, se isso acontece, pronto: Você está salvo!
Pr. Renildo Ferreira da Silva
Igreja Batista nacional
Santa Rosa do Sul - SC
Quando falamos esta palavra para alguém, e a questionamos acerca de seu significado no âmbito religioso, normalmente ouvimos resposta que são totalmente contraditórias ao sentido real da mesma. O grande problema que as pessoas enfrentam para compreender e aceitar a Graça de Deus é a influência cultural religiosa a qual temos sido expostos desde o descobrimento de nosso país. Essa influência define graça como “o pagamento que Deus nos dá pelo nosso bom comportamento ou pelas nossas boas obras.”
Esse conceito automaticamente e inconscientemente irá fazer com que as pessoas que nele acreditam, fiquem impedidas de desfrutar a verdadeira Graça, pois, o caminho que elas estão trilhando irá leva-las para direção totalmente oposta.
Por que afirmamos isto? Porque as pessoas que crêem como afirmamos acima acham que para receber graça elas tem que, condicionalmente, realizar boas obras para merece-la, e conseqüentemente recebe-la. Só que o conceito de Graça no sentido bíblico não pode de forma alguma se adequar a esta definição, visto que, no sentido escriturístico, Graça significa “favor imerecido”; Graça é algo que Deus dá a quem não merece!
O apóstolo Paulo, escrevendo aos efésios ele diz o seguinte no capítulo 2, versículos 8 e 9: “8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus;
9 não vem das obras, para que ninguém se glorie.” Quem não conhece a Graça no sentido bíblico jamais poderá ter certeza de salvação e conseqüentemente viverá nesta vida como um perdido, visto que a salvação, segundo a Bíblia é algo que Deus dá a quem não merece e que não pode de maneira alguma produzir algo que o torne digno de merece-la. Quem deseja recebê-la só tem unicamente que aceitar a obra que Deus, através de Seu Filho realizou por ela na cruz, se isso acontece, pronto: Você está salvo!
Pr. Renildo Ferreira da Silva
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Pastor Renildo: Reflexões e Mensagens
Este blog tem como finalidade principal compartilhar reflexões e mensagens bíblicas para edificação pessoal.
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